Um TSUNAMI chamado VEJA: Temer recebeu 10 milhões da Odebrecht


TEMER PEDIU E LEVOU 10 MI DA ODEBRECHT. PALAVRA DE DELATOR, publicado com exclusividade pelo Antagonista
A VEJA conseguiu a íntegra dos anexos da delação de Claudio Melo Filho, diretor da Odebrecht.

O delator conta que Michel Temer pediu mesmo 10 milhões de reais a Marcelo Odebrecht em 2014. “Segundo o delator, esse valor foi pago, em dinheiro vivo, a pessoas da estrita confiança de Temer, como Eliseu Padilha, chefe da Casa Civil, e José Yunes, amigo há 50 anos de Temer e assessor especial do presidente”.

Créditos CristalVOX
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Fim de estrada para Gleisi Hoffmann: Odebrecht revela que Dilma pediu 4 milhões para salvar a senadora paranaense


Exclusivo da Isto É: A pedido de Dilma, Odebrecht pagou R$ 4 milhões a Gleisi.   Em depoimento, Marcelo Odebrecht disse que fornecerá a Lava Jato detalhes de como repassou a quantia milionária para saldar dívidas de campanha de Gleisi Hoffmann em 2014. O recurso, transferido a mando da ex-presidente, não foi declarado e saiu do setor de propinas da empresa. Matéria publicada na Isto É, assinada pela jornalista Débora Bergamasco.

Na última semana, Marcelo Odebrecht deu início aos tão aguardados depoimentos à Procuradoria-Geral da República. Acompanhados dos advogados do empresário, homem-chave da chamada mãe de todas as delações, três procuradores tomaram as confissões detalhadas do empreiteiro na sede da Superintendência da Polícia Federal de Curitiba, onde ele está preso há um ano e seis meses. Lá, Marcelo começou a esmiuçar as histórias que se comprometeu a contar nos anexos assinados com a PGR, na sexta-feira 2. Dentre elas, a denúncia, antecipada por ISTOÉ com exclusividade em 11 de novembro com base nos preâmbulos da delação de Marcelo, de que o ex-presidente Lula recebeu propina da Odebrecht em dinheiro vivo. Nos próximos dias, em mais uma de suas inúmeras revelações bombásticas, muitas delas capazes de colocar a República de ponta cabeça, o empresário irá envolver a ex-ministra da Casa Civil, senadora Gleisi Hoffmann (PT), numa trama nada republicana. Nas preliminares do depoimento, Marcelo Odebrecht já informou aos procuradores que detalhará como repassou a Gleisi mais de R$ 4 milhões não declarados para saldar dívidas de sua campanha ao governo do Paraná em 2014. O dinheiro saiu do setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, conhecido como o “departamento de propina”. Conforme apurou ISTOÉ junto aos investigadores, a transferência do montante ocorreu a mando da então presidente da República, Dilma Rousseff.

 
Endividada, Gleisi havia pedido socorro a Dilma, depois de amargar a derrota nas urnas, quando ficou em terceiro lugar com apenas 14,87% dos votos válidos atrás do senador Roberto Requião (PMDB) e do governador Beto Richa (PSDB). O PT negou-lhe ajuda. A prioridade da legenda era investir em candidatos competitivos, que ainda precisavam de apoio financeiro para seguir na disputa pelo segundo turno. Àquela altura, Dilma tentava se reeleger presidente da República e, para isso, contava com vultosos recursos à disposição. Tanto pelo caixa oficial como por fora, conforme apontam as investigações em curso. Gleisi, então, lhe contou que precisava de mais de R$ 4 milhões a fim de saldar pagamentos pendentes. Dentre eles, a fatura com o marqueteiro responsável por sua campanha, Oliveiros Domingos Marques Neto, dono da Sotaque Brasil Propaganda. Dilma ouviu a história e se compadeceu. Em retribuição à fidelidade incondicional devotada pela paranaense durante os anos de trabalho no Executivo e depois também no Legislativo, como senadora, Dilma, então, resolveu ajudar Gleisi.

http://istoe.com.br/pedido-de-dilma-odebrecht-pagou-r4-milhoes-gleisi/

Créditos CristalVox
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URGENTE: MPF denuncia Lula, Lulinha e mais duas pessoas por lavagem de dinheiro e organização criminosa


O Ministério Público Federal em Brasília informou nesta sexta-feira, 9, que denunciou à Justiça o ex-presidente Lula e o filho dele, Luiz Cláudio Lula da Silva, pelos crimes de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A denúncia foi presentada no âmbito da Operação Zelotes.

De acordo com o MPF, a denúncia foi feita após as investigações apontarem indícios de envolvimento do petista e de seu filho, além de Mauro Marcondes e Cristina Mautoni – que também foram denunciados – em negociações apontadas pelos investigadores como irregulares e que levaram à compra de 36 caças do modelo Gripen pelo governo brasileiro.
A informação é do G1.

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URGENTE: LULA PROCESSA MORO POR ABUSO DE AUTORIDADE E PEDE A PRISÃO DO JUIZ


Em ação apresentada nesta sexta-feira, os advogados Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira pediram a condenação do juiz Sergio Moro com base na lei já existente sobre abusos de autoridade, com penas de detenção de dez dias a seis meses, além de outras sanções civis e administrativas, inclusive a suspensão do cargo e até mesmo a demissão; os advogados protestam contra a condução coercitiva, a busca e apreensão de bens e documentos de Lula e de seus familiares, assim como a interceptação telefônica de Lula, seus familiares e advogados; “Até a presente data, nenhuma providência foi tomada pelo Ministério Publico Federal após a citada representação”, dizem eles.  Matéria publicada no site 247.

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva protocolou nesta sexta-feira, 18, uma queixa-crime subsidiária contra o juiz federal Sérgio Moro, pela prática de abuso de autoridade.

Os advogados Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira lembram a representação contra Moro, feita ainda em junho na Procuradoria Geral da República (PGR), por abuso de autoridade nas ações da condução coercitiva de Lula, na busca e apreensão de bens e documentos de Lula e de seus familiares e na interceptação telefônica de Lula, seus familiares e advogados.

“Diante disso, o artigo 16 da Lei 4.898/65 autoriza que a vítima de abuso de autoridade, no caso Lula e seus familiares, possa propor diretamente a ação penal por meio de peça denominada “queixa-crime subsidiaria”, tal como a que foi protocolada nesta data perante o Tribunal Regional Federal da 4ª. Região, que tem competência originaria para conhecer e julgar ações penais contra agente público investido nas funções de juiz federal na circunscrição de Curitiba”, explicam Zanin e Teixeira em nota.

Leia na íntegra a nota dos advogados de Lula:

“Nota
 
Na qualidade de advogados do ex-Presidente Luiz Inacio Lula da Silva, sua esposa e filhos ingressamos na data de hoje (18/11/2016) com queixa-crime subsidiária contra o agente público federal Sergio Fernando Moro, em virtude da prática de abuso de autoridade.

Em 16/6/2016, Lula e seus familiares protocolaram na Procuradoria Geral da Republica uma representação, na forma do artigo 2º. da Lei 4.898/65, pedindo providências em relação a fatos penalmente relevantes praticados pelo citado agente público no exercício do cargo de juiz da 13ª. Vara Federal Criminal de Curitiba. Os fatos relatados são os seguintes:

(i) a condução coercitiva do ex-Presidente, para prestar depoimento perante autoridade policial, privando-o de seu direito de liberdade por aproximadamente 6 (seis) horas;

(ii) a busca e apreensão de bens e documentos de Lula e de seus familiares, nas suas respectivas residências e domicílios e, ainda, nos escritórios do ex-Presidente e de dois dos seus filhos (diligências ampla e estrepitosamente divulgadas pela mídia) e, mais,

(iii) a interceptação das comunicações levadas a efeito através dos terminais telefônicos utilizados pelo ex-Presidente, seus familiares, colaboradores e até mesmo de alguns de seus advogados, com posterior e ampla divulgação do conteúdo dos diálogos para a imprensa.

A ilegalidade e a gravidade dessa divulgação das conversas interceptadas foi reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, por meio de decisão proferida nos autos da Reclamação 23.457.

Até a presente data, nenhuma providência foi tomada pelo Ministério Publico Federal após a citada representação. Essa situação está documentada em ata notarial lavrada pelo notário Marco Antonio Barreto De Azeredo Bastos Junior, do 1.º Ofício de Notas e Protesto de Brasília, Distrito Federal, que acompanhou advogados de Lula e seus familiares em diligências específicas para a obtenção de informações sobre a mencionada representação.

Diante disso, o artigo 16 da Lei 4.898/65 autoriza que a vítima de abuso de autoridade, no caso Lula e seus familiares, possa propor diretamente a ação penal por meio de peça denominada “queixa-crime subsidiaria”, tal como a que foi protocolada nesta data perante o Tribunal Regional Federal da 4ª. Região, que tem competência originaria para conhecer e julgar ações penais contra agente público investido nas funções de juiz federal na circunscrição de Curitiba.

Após expor todos os fatos que configuram abuso de autoridade, a petição pede que o agente público Sergio Fernando Moro seja condenado nas penas previstas no artigo 6º. da Lei 4.898/65, que pune o abuso de autoridade com detenção de dez dias a seis meses, além de outras sanções civis e administrativas, inclusive a suspensão do cargo e até mesmo a demissão.

Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira”

Créditos CristalVox
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Magno Malta escracha Gleisi Hoffmann, a “Barbie do Petrolão”


O senador Magno Malta, mais uma vez, escrachou sua “companheira” de Parlamento Gleisi Hoffmann, a “Barbie do Petrolão”.

Gleisi usou uma foto, fora de contexto, do juiz Sérgio Moro conversando com o senador Aécio Neves em um evento público como se fosse a prova de uma suposta conspiração envolvendo o magistrado e o tucano. É o o jogo do PT para criar a narrativa de que existe uma perseguição ao partido.

Malta por sua vez falou que a tese sem nexo de Gleisi não passa de “besteirol” e demonstra o nível de desespero dos petistas.

“O Moro não pode conversar com o Aécio? Se ele quiser pode conversar até com o Lula. Se desejar, ele pode ir até a cadeia e conversar com o Palocci. A senadora Gleisi Hoffmann, ao tentar dar seriedade para essa bobagem só confirma o grau de desespero a que chegou o PT e seus representantes”, bradou Magno Malta.

Gleisi está cavando sua própria cova política.

Créditos JORNAL LIVRE
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Michel Temer estuda liberação do FGTS para quitação de dívidas


Governo estaria prestes a anunciar medidas para retomada do crescimento, entre elas, a liberação do FGTS para quitar dívidas.
O Governo Michel Temer está estudando, juntamente com sua equipe econômica e o ministro da Fazenda Henrique Meirelles, mais uma forma, para que os trabalhadores possam sacar seu FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). 

A intenção do governo é ajudar os trabalhadores que se encontram em situação de superendividamento a pagar suas dívidas utilizando recursos do FGTS. A principal intenção é fazer com que haja uma aceleração na recuperação da Economia, já que, atualmente, o grande entrave para a retomada do crescimento, segundo analistas, é a situação de endividamento das famílias brasileiras.

Segundo levantamento da equipe econômica do governo, além do endividamento das famílias, o que está ajudando ainda mais para a continuidade da recessão econômica, também é o endividamento das empresas. Para auxiliar nessa retomada de crescimento, o governo estuda liberar depósitos compulsórios, que são recursos que os grandes bancos têm que depositar no Banco Central. Com essa liberação haveria mais crédito para que sejam usados para refinanciamento de dívidas de pessoas jurídicas e físicas.

Processo de reestruturação de dívidas
Após um estudo inicial feito pela equipe econômica, que avaliou a real situação da economia. As empresas e os consumidores estão passando por um processo de reestruturação de dívidas. E esse processo que já foi iniciado, ainda não se completou, e para que seja completado com mais rapidez, medidas de incentivo fiscal devem ser tomadas para agilizar esse processo.

Esse processo de reestruturação, é o principal causador da demora no crescimento da economia. Fator que Michel Temer garantiu que aconteceria já nesse final de ano.

FGTS
Sobre a possibilidade de saque do FGTS para quitar dívidas, interlocutores do governo disseram ao jornal “Folha de São Paulo” que a real intenção do governo é auxiliar trabalhadores que estão com dificuldades de sacar empréstimos. Empréstimos esses, que na grande maioria das vezes, têm taxas de juros altíssimas. Outro fator observado, é que o FGTS é um recurso individual que o trabalhador adquire e que já é seu, e que a longo prazo rende menos que a inflação.

Temer pretende anunciar esse conjunto de medidas ainda nesse ano, para mostrar que o governo não está parado e que reformas importantes estão sendo tomadas para o retorno do crescimento da economia.
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Marco Aurélio faz grave alerta sobre o que aconteceu no Supremo


O blog O Antagonista destacou o ataque que Marco Aurélio Mello desferiu aos colegas de Supremo:

“Eu digo que cada qual dos integrantes do Supremo tem que perceber a envergadura da cadeira e perceber que o Supremo é o órgão máximo do Judiciário, e que o exemplo vem de cima. Temos uma situação que pode se repetir e isso é péssimo em termos de segurança jurídica”, disse, à Jovem Pan.
A situação que pode se repetir neste caso, por exemplo, é a de que se Michel Temer for cassado pelo TSE, ele também poderá se negar a deixar a cadeira da presidência do poder. 

Como na Venezuela, o Brasil sofreu sim um golpe de Estado. 

Créditos PAPOTV
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Justiça Federal quebra sigilo e encontra Dias Toffoli nos dados


A Justiça Federal negou pedido do Ministério Público Federal em São Paulo para levantar o sigilo de comunicações – e-mails e mensagens de celular – de um dos investigados na Operação Custo Brasil, o ex-ministro Carlos Gabas (Previdência e Aviação Civil/Governos Lula e Dilma), que constam de relatório da Polícia Federal. 

Os dados foram encontrados no cumprimento de um mandado de busca e apreensão, mas, por conterem ‘comunicação privada’ entre Gabas e o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que tem foro por prerrogativa de função, serão submetidos à Corte máxima.

Desdobramento da Lava Jato, a Custo Brasil foi deflagrada em 23 de junho pela Polícia Federal em missão integrada com a Procuradoria da República.

Alguém tem dúvidas do que o STF vai fazer com estes dados ?

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Janaina Paschoal destaca movimento crescente de Intervenção Militar



A autora do processo de impeachment se demonstra assustada com o crescimento de pessoas dizendo que querem fechar o Congresso Nacional. 

É notório que não se pode cobrar o fim da impunidade, sendo que quem será punido é justamente quem cria as leis. 

Portando, o povo está entendendo que neste caso é melhor chamar a polícia e não mais a justiça. 

Temos o maior respeito e admiração pela Dra. Janaina Paschoal. Mas vamos deixar claro: 

O impeachment foi um remédio constitucional para reduzir as manifestações e prolongar a vida do sistema político. 


Créditos PAPOTV
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Impeachment de Temer é protocolado na Câmara


Em função do "caso Geddel", novo pedido de impeachment do presidente Michel Temer foi apresentado hoje na presidência da Câmara dos Deputados.


Em função do "caso Geddel", novo pedido de impeachment do presidente Michel Temer foi apresentado hoje na presidência da Câmara dos Deputados.Pedido de impeachment de Michel Temer é protocolado na Câmara Pedido de impeachment de Michel Temer é protocolado na Câmara O Impeachment do presidente Michel Temer foi pedido em uma peça jurídica apresentada nesta quinta-feira (8) na Câmara dos Deputados. O documento aponta como motivo para o impedimento a atuação de Temer em benefício ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, para permitir a construção de um prédio em Salvador, no qual ele havia comprado um apartamento. Assinaram o pedido entidades de esquerda como MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra), UNE (União Nacional dos Estudantes) e CUT (Central Úncia dos Trabalhadores), além de professores de direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro, publicou a Folha de S. Paulo.

O presidente da CUT, Vagner Freitas, entregou o documento ao secretário-geral da Mesa, Wagner Soares Padilha. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que havia marcado a audiência, não apareceu. Cabe a ele aceitar ou não o pedido. Mas como Maia é aliado de Temer, a expectativa no momento é que a peça seja arquivada.

Pedido de impeachment
O texto afirma que "a confissão do Sr. presidente da República de que tratara do tema com o então titular do Ministério da Cultura [Marcelo Calero] torna incontornável a conclusão pela prática de crime de responsabilidade". Segundo o documento de 37 páginas, Temer incorreu em crimes previstos em artigos da Constituição e da lei que rege o processo de impeachment. O presidente já concedeu entrevista afirmando que não cometeu irregularidade ou patrocinou interesses privados no caso.

Caso Geddel
O escândalo que culminou no pedido de impeachment teve como protagonista o responsável pela articulação política do governo, ministro Geddel Vieira Lima, que renunciou após críticas ao episódio se agravarem. Ele foi acusado pelo ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, de pedir a intervenção dele em uma decisão técnica do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) da Bahia, que determinou limite para altura de um prédio de luxo em que Geddel havia comprado um apartamento. A crise em torno do assunto se agravou após Calero afirmar que havia gravado conversas com o presidente Michel Temer e do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha.
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